A rotina contábil responde ao mês. Há perguntas, porém, que não cabem no mês: se vale abrir uma segunda empresa, quanto cobrar por um contrato de três anos, o que muda na tributação se um investidor entrar, se existem créditos não aproveitados nos últimos períodos, quanto a empresa vale para uma negociação.
Essas perguntas viram projeto: escopo definido, prazo, entregável e, no fim, um documento que sustenta a decisão — inclusive perante sócios, banco e comprador.
Projetos mais frequentes
Revisão tributária e de créditos
Análise dos períodos anteriores em busca de tributo pago a maior, crédito não aproveitado, retenção não compensada e enquadramento incorreto. Quando há valor a recuperar, o caminho é apontado com o risco de cada alternativa.
Reorganização societária
Separação de atividades em empresas distintas, criação de holding patrimonial para concentrar bens da sociedade, entrada e saída de sócio, alteração de quadro e de participação. Todo movimento societário tem efeito contábil e tributário — e o custo de desfazer é sempre maior que o de planejar.
Precificação e margem
Formação de preço com a carga tributária correta, custo da equipe alocada, despesa indireta e margem-alvo. Aplicável a contratos recorrentes, projetos por escopo e horas técnicas.
Preparação para captação, sócio ou venda
Organização das demonstrações, conciliação dos saldos, normalização do resultado e produção do material contábil que um investidor ou comprador vai pedir. Empresa que só fez o mínimo fiscal costuma descobrir o tamanho desse trabalho no pior momento.
Due diligence contábil
Análise da contabilidade de uma empresa que você pretende comprar ou com a qual pretende se associar: passivo oculto, contingência trabalhista e tributária, qualidade do resultado e consistência dos números apresentados.
Segunda opinião
Revisão independente de um planejamento, de um cálculo ou de uma orientação recebida de terceiros, sem envolver troca de escritório. Útil quando a decisão é grande e a dúvida é legítima.
Como funciona
- Conversa inicial. Entendemos a pergunta e dizemos se ela vira projeto — às vezes a resposta é mais simples do que parecia e cabe na rotina.
- Escopo e proposta. Entregável, prazo e valor definidos por escrito antes de começar.
- Execução. Levantamento, análise e simulações, com pontos de checagem ao longo do caminho.
- Entrega. Documento com conclusão, memória de cálculo, alternativas e riscos — e uma reunião para discutir a decisão, não só para apresentar o arquivo.