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Departamento fiscal com conferência antes do envio, não depois da multa

Apuração, notas, obrigações acessórias e guias em dia, com calendário próprio e revisão dos números antes da transmissão.

O departamento fiscal é a frente que responde ao Fisco todo mês. É também aquela em que o erro é mais silencioso: uma obrigação não entregue não interrompe nada na operação — ela só aparece na multa, no impedimento da certidão negativa ou na malha, meses depois.

O trabalho da WF aqui é rotina com método: calendário por CNAE e regime, conferência antes da transmissão e aviso ao cliente quando alguma informação está faltando, em vez de entregar com o dado errado para cumprir prazo.

O que está incluído

  • Apuração dos tributos do regime: Simples Nacional, PIS, Cofins, ISS, ICMS, IRPJ e CSLL, conforme o enquadramento.
  • Conferência das notas emitidas e recebidas, com checagem de retenções na fonte e de tributação por município.
  • Obrigações acessórias federais, estaduais e municipais — incluindo declarações periódicas e arquivos digitais do SPED aplicáveis.
  • Emissão das guias com antecedência ao vencimento e confirmação de recebimento.
  • Calendário fiscal da empresa, com as datas do mês visíveis para quem paga e para quem aprova.
  • Acompanhamento de caixas postais eletrônicas e de intimações, para que nada expire sem resposta.
  • Orientação sobre emissão correta de nota: descrição do serviço, código, retenção e destaque.

Onde o erro costuma nascer

Descrição do serviço na nota

Nota emitida com descrição genérica ou código errado muda a tributação, provoca retenção indevida e cria divergência entre o que a empresa declarou e o que o tomador informou. É o erro mais comum e o mais barato de evitar.

Retenção na fonte em contrato B2B

Quando o cliente é pessoa jurídica, parte do tributo costuma ser retida na fonte. Retenção não controlada vira imposto pago duas vezes — ou crédito que ninguém aproveitou.

ISS de serviço prestado fora do município

Dependendo da atividade, o ISS é devido no município do prestador ou no do tomador. Errar essa regra gera cobrança em dobro, de duas prefeituras diferentes.

Como conduzimos

  • Mapa inicial. Levantamos todas as obrigações aplicáveis ao CNAE, ao regime e aos municípios em que a empresa presta serviço.
  • Calendário mensal. Cada obrigação com data de coleta de informação, data de conferência e data de transmissão.
  • Conferência. Cruzamento entre notas, extratos e apuração antes do envio.
  • Registro. Protocolos e guias arquivados e acessíveis, para quando alguém pedir prova de entrega.
Perguntas frequentes

Departamento fiscal: dúvidas frequentes

Sim. O Simples unifica o recolhimento, não as obrigações. Continuam existindo a apuração mensal, as declarações periódicas, as obrigações municipais de ISS e, dependendo da atividade e do estado, obrigações estaduais. Empresa do Simples também toma multa por acessória não entregue.

A emissão pode ficar com a empresa ou ser conduzida pela WF, conforme o volume e o que for combinado em contrato. Em qualquer arranjo, orientamos a descrição, o código do serviço e as retenções, e conferimos as notas emitidas no fechamento do mês.

Ela entra no levantamento inicial. Fazemos o inventário do que falta, calculamos multa e juros quando aplicável e propomos a ordem de regularização — começando pelo que trava certidão ou gera cobrança ativa.

As guias são emitidas pela WF com antecedência e o pagamento é feito pela empresa, salvo combinação diferente. O comprovante volta para o arquivo do mês, para que a prova de recolhimento exista quando for necessária.

Próximo passo

Traga o fiscal da sua empresa para um calendário confiável

Comece com um levantamento das obrigações do seu CNAE e do seu regime. É a forma mais rápida de descobrir o que está faltando.

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